MangáDiva

Hoje li um termo arrasador, me inspirou a escrever esse post, meu blog anda meio abandonado, e cá pra nós meio chatinho, ainda não consegui instaurar a comédia por aqui, não desisti ainda, ainda...
O termo foi por mim adaptado tornando-se um substantivo!
Inclusive se açguém precisar de um nome original, e um tanto sedutor, pra batizar sua filha, Gerundiva, abrange inclusive a questão do destino, uma pessoa que não precisa de oráculo pra saber que sua vida será no tempo presente.
Define o futuro, e é incrivelmente chiq.
Já gostava de Diva, mas com uma grafia diferenciada (puta palavrinha chata) Deva, o que pode também prever alguns problemas à suposta criança no decorrer da vida escolar.
Mas que é lindo é!
O melhor do nome é que estaria estando sempre acontecendo, sempre no gerúndio, tempo verbal favorito, super hypado, largamente difundido e utilizado em todas as camadas e segmentos da vida quotidiana, um eterno presente, envelhecer jamais, sonho de todos os humanos que temem a morte, medo que essa menina pode vir a não conhecer dados os poderes conferidos pelo nome, nome que define a existência.
Gerundiva poderia ser um personagem de ficção, seu poder, claro, seria o de nunca envelhecer, presa no momento presente, um ser quase iluminado, sem nóias, justamente pela ausência de passado e de preocupações com o futuro, que seria sempre hoje, o o agora, tão valorizado pelos que são sábios.
Com uma história escrita, e vivenciada ao extremo. (talvez esse ponto nos traga alguma problemática que nos ajude a resolver os problemas reais de quem enfrenta a velocidade do tempo) Tempo e espaço dobrados por um substantivo próprio.
Non sense de sexta feira...quase dormindo no trampo, pode?
Escrito por DaniLove às 15h18
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